
Íntimos
Sorrisos breves
Desejos obscenos
Acorrentados no tempo
Apareces do imprevisto azul
Invades o meu nada
Onde flutuo
Seguem-se misteriosos actos
Que duram um instante
Derramas sobre mim
Com gestos profanos
Teu veneno pungente
Fruto espremido da tua maldade
Foges…
Saciado
Esmoreço num vazio profundo
Permaneço impaciente e sofrida
A agonizar a tua ausência
Sufocada...
Pelo teu doce amargo veneno
Repousa no leito incómodo do teu esquecimento meu ser moribundo…
No imortal silêncio intoxicado…
Repousa no leito incómodo do teu esquecimento meu ser moribundo…
No imortal silêncio intoxicado…
(foto, olhares.com)
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